quinta-feira, 5 de julho de 2012
Autismo
Marcelo Serrado tem irmão autista e conta que sofreu com o preconceito
Ator fala dos desafios que o irmão mais velho enfrentou
05/07/2012 às 11h25 Programa Encontro com Fátima Bernardes
Atualizado em 05/07/2012 às 12h59
Marcelo Serrado, o Tonico Bastos da novela Gabriela, tem um irmão autista e conhece de perto as dificuldades de quem precisa de atenção especial. Pela primeira vez, o ator fala sobre os preconceitos que teve que enfrentar. “Meu irmão é 10 anos mais velho do que eu, mas mesmo assim o preconceito que ele sofria foi uma coisa muito marcante na minha infância. Eu não entendia muito o que acontecia. Ele era normal até os 4 anos, depois começou a ter algumas convulsões e foi diagnosticado com autismo. Me lembro do dia em que eu estava fazendo uma peça infantil e levei o meu irmão para assistir. Ele é corcunda e eu percebi que as pessoas olhavam para ele com diferença”, contou.
O irmão de Marcelo estudou em uma escola especial na cidade de Betim, em Minas Gerais, mas hoje, mais de 600 mil crianças e adolescentes com necessidades especiais estão incluídas nas turmas regulares.
No exterior esse assunto tem muito destaque. Nos Estados Unidos, o repórter Hélter Duarte conta que o número de autistas aumentou 78% na última década. “Especialistas acreditam que o número cresceu tanto porque o diagnóstico melhorou e chegou às áreas mais pobres do país”, contou.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
TDAH
Como está citado em meus livros indicados "Mentes Inquietas" trata do transtorno TDAH de forma muito clara. Para que seus filhos ou mesmo vocês não sofram vale apenas a ler ao menos a sinopse. Segue também um vídeo com a autora Ana Beatriz B. Silva.
Via de regra, os portadores de TDAH são injustamente rotulados de preguiçosos, mal-educados “bicho-carpinteiro”, avoados, irresponsáveis ou rebeldes, mas na realidade possuem um funcionamento cerebral diferente, que os fazem agir dessa forma. O TDAH ou simplesmente TDA é caracterizado pela seguinte tríade de sintomas: desatenção, impulsividade e hiperatividade mental e/ou física. Manifesta-se ainda na infância e está presente em 3 a 7% nas crianças em idade escolar. Tais crianças frequentemente apresentam dificuldades de concentração e de relacionamentos, ocasionando incompreensão de amigos, pais e professores.
Um dos maiores problemas que permeiam o TDA é a falta conhecimento sobre o assunto, tanto na população leiga quanto nas áreas médica, psicológica e educacional. Muitas pessoas com TDA passam a sua vida inteira sem ter a mínima noção de que o problema tem solução e de que precisam de um diagnóstico e tratamento adequados. Menos conhecido do público em geral é o fato de que a hiperatividade física nem sempre está presente nos portadores de TDA. Somente 50% desses indivíduos apresentam agitação física. Por isso, a condição básica para se firmar o diagnóstico de TDA é a hiperatividade mental (uma mente inquieta, ruidosa, que vive “a mil por hora”). Isso dificulta sua concentração, em função da tempestade de pensamentos e ideias que pairam em suas mentes.
Os meninos estão mais propensos a apresentarem o TDA com hiperatividade física. Já as meninas são mais quietas, desligadas, sonhadoras e, por isso mesmo, não chamam a atenção quanto ao seu comportamento. Os meninos são mais acometidos que as meninas, numa proporção de 3:1.
Ninguém adquire TDA na vida adulta. O transtorno do deficit de atenção é uma condição que acompanha a pessoa desde sempre, sendo constitucional e inerente à sua biologia. A pessoa nasce TDA.
Ao contrário do que se possa pensar, os TDAs não possuem parca inteligência ou algum problema de ordem cognitiva. Eles apresentam grande potencial criativo e intuitivo, muitas vezes com QI acima da média. O grande “x” da questão é canalizar suas habilidades inatas em algo realmente producente.
http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=2686554&ID=C915C6917D909150C0D2A0962&pac_id=33347&gclid=CIeTn-m-_K8CFQ0q7Aod2Vs1Tg
Via de regra, os portadores de TDAH são injustamente rotulados de preguiçosos, mal-educados “bicho-carpinteiro”, avoados, irresponsáveis ou rebeldes, mas na realidade possuem um funcionamento cerebral diferente, que os fazem agir dessa forma. O TDAH ou simplesmente TDA é caracterizado pela seguinte tríade de sintomas: desatenção, impulsividade e hiperatividade mental e/ou física. Manifesta-se ainda na infância e está presente em 3 a 7% nas crianças em idade escolar. Tais crianças frequentemente apresentam dificuldades de concentração e de relacionamentos, ocasionando incompreensão de amigos, pais e professores.
Um dos maiores problemas que permeiam o TDA é a falta conhecimento sobre o assunto, tanto na população leiga quanto nas áreas médica, psicológica e educacional. Muitas pessoas com TDA passam a sua vida inteira sem ter a mínima noção de que o problema tem solução e de que precisam de um diagnóstico e tratamento adequados. Menos conhecido do público em geral é o fato de que a hiperatividade física nem sempre está presente nos portadores de TDA. Somente 50% desses indivíduos apresentam agitação física. Por isso, a condição básica para se firmar o diagnóstico de TDA é a hiperatividade mental (uma mente inquieta, ruidosa, que vive “a mil por hora”). Isso dificulta sua concentração, em função da tempestade de pensamentos e ideias que pairam em suas mentes.
Os meninos estão mais propensos a apresentarem o TDA com hiperatividade física. Já as meninas são mais quietas, desligadas, sonhadoras e, por isso mesmo, não chamam a atenção quanto ao seu comportamento. Os meninos são mais acometidos que as meninas, numa proporção de 3:1.
Ninguém adquire TDA na vida adulta. O transtorno do deficit de atenção é uma condição que acompanha a pessoa desde sempre, sendo constitucional e inerente à sua biologia. A pessoa nasce TDA.
Ao contrário do que se possa pensar, os TDAs não possuem parca inteligência ou algum problema de ordem cognitiva. Eles apresentam grande potencial criativo e intuitivo, muitas vezes com QI acima da média. O grande “x” da questão é canalizar suas habilidades inatas em algo realmente producente.
sábado, 12 de maio de 2012
Ministério da Educação irá avaliar alfabetização em 2013
A alfabetização das crianças de oito anos de idade será avaliada pelo Governo Federal no próximo ano. A afirmação foi dada ontem pelo ministro da educação, Aloizio Mercadante, em São Paulo, durante um encontro que contou com a presença de mais de 290 empresários brasileiros. A avaliação será uma ampliação da Provinha Brasil, que verifica o nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de escolarização das escolas públicas brasileiras, e fará parte do programa Alfabetização na Idade Certa, criado para garantir a alfabetização de crianças na idade apropriada. O programa incluirá materiais didáticos adequados, avaliação permanente e mais recursos direcionados para proporcionar que todas as crianças de oito anos de idade saibam ler e escrever.
De acordo com o ministro, os níveis de qualidade da educação pública ainda são muito baixos, apesar de o Brasil ter sido um dos países com melhor índice de melhora de posição no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) na última década. Essa é a quinta de 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE), anunciado pelo governo no final de 2010. O plano prevê ainda, entre outras metas, universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos; oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica; e elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional. A previsão é de que todas as metas sejam alcançadas nos próximos dez anos.
O governo prevê mudanças na área da educação até 2020, que têm como objetivo proporcionar aos alunos um ensino de qualidade, com bons colégios e professores capacitados.
Por Larissa Alberti | Redação Unyleya – 29/03/2012 17:42:00
De acordo com o ministro, os níveis de qualidade da educação pública ainda são muito baixos, apesar de o Brasil ter sido um dos países com melhor índice de melhora de posição no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) na última década. Essa é a quinta de 20 metas do Plano Nacional de Educação (PNE), anunciado pelo governo no final de 2010. O plano prevê ainda, entre outras metas, universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e 5 anos, e ampliar, até 2020, a oferta de educação infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos; oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica; e elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e erradicar, até 2020, o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional. A previsão é de que todas as metas sejam alcançadas nos próximos dez anos.
O governo prevê mudanças na área da educação até 2020, que têm como objetivo proporcionar aos alunos um ensino de qualidade, com bons colégios e professores capacitados.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Exemplo de professor que prende a atenção do aluno, apesar de não manter o foco... Mas quem sabe o foco dele era outro...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
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